terça-feira, 14 de outubro de 2014



O testemunho a seguir foi enviado a mim recentemente por um velho amigo. Eu não ouvi falar dele desde então, mas espero que ele esteja bem.

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Como você deve saber, eu estou em treinamento para ser um juiz. Minha formação estava quase completa e eu estava trabalhando num estágio remunerado como um médico legista bem conhecido na área de Washington. Tudo isso mudou algumas horas atrás, quando fui demitido do cargo por me recusar a participar no que eu acredito ser um acobertamento. Mesmo que tenha sido alertado sobre as "consequências" se vazasse quaisquer informações sobre este caso, a minha consciência não ficaria bem se eu ficasse quieto. Isso é algo que as pessoas precisam saber.

Há alguns dias recebemos um telefonema da polícia do Metro sobre um possível corpo descoberto na linha vermelha. Desde que comecei a trabalhar como legista, temos respondido a algumas chamadas no sistema de metrô. A primeira vez foi uma mulher que tropeçou em uma mala de alguém ao tentar ultrapassa-la nas escadas rolantes. Ela acabou com o pescoço quebrado. Duas vezes fomos chamados por um ataque cardíaco. E uma vez para um assalto tarde da noite. O pobre rapaz foi esfaqueado várias vezes no estômago, mesmo ele tendo entregado o relógio e carteira para o assaltante. Até agora eu não vi nada especificamente sangrento e foi um pouco de decepcionante quando disseram que era apenas um homem caído no trem. É errado desejar ser chamado a um caso que alguém foi empurrado nos trilhos do trem?

Enfim, quando chegamos, os paramédicos já estavam em cena, então nós achamos que era apenas um desentendimento e fomos chamados para fora prematuramente. Mas a fita da polícia bloqueou toda a plataforma da estação. Do nosso ponto de vista no topo das escadas rolantes poderíamos dizer que algo não estava certo. Os paramédicos do lado de fora da porta do carro do trem e eles não estavam realmente fazendo nada, exceto discutindo e apontando para um corpo caído contra uma janela dentro. Poderíamos ter ido embora, mas decidimos dar uma olhada de qualquer jeito só para ver o que estava acontecendo.

Quando nos aproximamos, ouvi um pouco da conversa entre os dois paramédicos. "Ele está morto, não é?", Disse o mais velho dos dois. "Sim, mas os mortos não fazem... isso." Fazer o quê? Eu pensei. Uma vez que eles nos viram, eles rapidamente concordaram que o homem estava morto e logo saiu de cena para nós analisarmos. É evidente que esta não era uma chamada que eles queriam lidar; Eu podia sentir isso.

A polícia também não era de muita ajuda. Eu conversei com os policiais na cena enquanto o Doc entrou para dar uma olhada no homem no trem. Um dos detetives comentou que não havia sinais de assassinato. Todas as testemunhas afirmaram que o cara simplesmente sentou-se como todos os outros e em seguida, parou de respirar. Causas naturais, pensei, parecia só mais um caso seco, mas quando olhei por cima do meu ombro para o Doc, ele parecia... Confuso.

- Olhe para isso - disse ele para mim quando eu entrei no vagão. Ao me aproximar, parecia que o homem estava dormindo, como qualquer passageiro faz quando sabem sua parada ainda não esta perto.

- Olhar para o que? - Perguntei.

- Os olhos.

A cabeça do homem estava para frente, com o queixo no peito, de modo que eu tinha de me ajoelhar para conseguir uma boa olhada em seu rosto. Quando fiz isso, o Doc começou a falar alto consigo mesmo, como ele costuma fazer, apenas repassando sua lista mental.

- Ele não respira, não tem pulso e sua pele esta gelada. O tempo aproximado da morte: 6 a 8 horas atrás.

Estou no corredor do trem, tentando fazer uma analise com uma lanterna pino já que a pouca iluminação no trem não estava ajudando muito as coisas. Os olhos do homem estavam abertos e eles pareciam estar olhando para mim. Não é raro, por isso, eu me inclino mais perto na esperança de descobrir o que é o Doc queria que eu visse, de modo que eu não parece um idiota e então... O cadáver piscou.

Eu dei um salto para trás tão rápido quanto um mangusto pularia para se afastar de uma cobra.

- Mas que porra é essa? - Eu tentei dizer.

- Exatamente - disse o Doc.

- Tem que ser apenas um espasmo muscular, certo?

- Eu também pensei nisso – diz ele – Mas veja isso – Ele pega o cara pelo cabelo e puxa a cabeça para trás. Com a outra mão ele acena um dedo na frente dos olhos abertos do homem, que, em seguida, começaram a acompanhar como o Doc move o dedo para a esquerda e para a direita. Então o homem olhou para mim e piscou novamente.

- Você já viu algo assim antes? -Eu pergunto.

- Não.

- E ele está morto?

- Morto como uma porta.

Deixamos o oficial encarregado sabemos que não foi possível determinar a causa da morte no local. Uma necropsia completa teria que ser feita para fazer qualquer tipo de determinação. Ela fez uma nota no relatório que este corpo tinha uma tendência a segui-lo com seus olhos e ocasionalmente piscar. Extraoficialmente, ela me contou que o caso inteiro o incomodava. O homem, segundo ele, não tinha qualquer identificação, cartões de crédito, relógios, joias, um telefone ou até mesmo dinheiro. Tudo o que eles descobriram sobre ele foi um bilhete de metrô e um guardanapo em seu bolso.

Uma vez que estávamos de volta no escritório, nós vestimos os macacões de exame, e fui responsável em despi-lo. O cadáver me olhava o tempo todo enquanto eu tirava seu terno. Ele até piscou para mim uma vez. Além disso, algumas coisas estranhas foram observadas sobre o vestuário. Primeiro, ele não estava usando roupas íntimas. Normalmente as pessoas usam uma camiseta, boxers ou cuecas e meias. Esse cara não usava nenhuma dessas coisas, mas por alguma razão, ele tinha em dois cintos, um sobre o outro.

O Doc ligou o gravador e em seguida, ligou a serra circular. Eu vi como realizou incisão, e eu fiz uma nota mental de sua técnica perfeita para que eu pudesse tentar fazer melhor da próxima vez. Eu estou lhe dizendo, o Doc é um verdadeiro artista. Em seguida veio o agradável som de estalo quando a caixa torácica foi arrombada. Enquanto isso acontecia, os olhos do homem nos observavam. Eu quase podia jurar que ele estava sorrindo, também.

Durante a hora seguinte, o Doc fez anotações do exame. Ele me entregou cada órgão para ser pesado e catalogado. Não havia nada de estranho ou fora do comum sobre qualquer um dos órgãos internos.

- Tudo bem – disse o doutor – agora vamos dar uma olhada em sua cabeça. Eu quero ver o que está causando o movimento dos olhos.

- Você se importa se eu vendar os olhos dele?

Tentei permanecer tão profissional quanto pude, mas o piscar constante me enervava. O Doc autorizou, por isso, tomei um pouco de fita de sutura e trabalhei até a coragem de fechar manualmente as pálpebras do cara. Imediatamente ele começou a se mover. Todo o seu rosto estava convulsionando e contorcendo-se, tentando se libertar da fita.

- Acho que ele não gostou da ideia – disse Doc e então ele tirou a fita os olhos do homem. Os movimentos violentos pararam imediatamente e o homem piscou para o Doc.

- Isso não é normal! – eu disse.

- Há uma razão científica para tudo. É o nosso trabalho para encontrá-lo – Doc respondeu.

- Mas ele estava lutando para tirar a fita dos olhos!

- Eu acho que ele quer ver. Agora que você deseja remover o crânio, ou quer que eu faça?

Estou muito abalado para lidar com o equipamento, assim acho melhor apenas ver como o Doc usa a serra em torno de crânio do homem. O bastardo ainda está sorrindo. Eu tenho certeza disso. Ele está olhando para mim e piscando seu olho esquerdo, depois de seu olho direito. Eu ouço o som de estalo familiarizado causado pelo topo de um crânio que está sendo puxado para fora.

- Whoa. Okay... - diz o doutor.

- O que é isso? – Pergunto enquanto ando ao redor para ver o que ele está vendo. Os olhos do homem me seguem, é claro.

- Acho que você deve ver isso.

Oh meu Deus!

Não tem nenhum cérebro!

- Doc? - Eu pergunto.

- Agora não. Arrume suas coisas e vá para sua casa. Vou terminar de limpar isso. - Ele disse isso enquanto disca um número no telefone.

- Mas...

- Vá logo! Eu ligo para você mais tarde. - Isso não foi pedido, foi uma ordem. Eu faço o meu caminho até a porta, sabendo que o homem ainda está olhando para mim. - E não diga nada a ninguém.

O Doc nunca me ligou de volta. Cada vez que eu tentava contato, caia na caixa postal. Tentei voltar no dia seguinte; mas o segurança não me deixou no prédio. Disseram que eu era para aguardar novas instruções, e que eu receberia licença remunerada.

Isso foi há quatro dias.

Esta manhã eu ouvi uma batida na minha porta. Era um homem que disse que ele estava no escritório do médico legista, mas parece que ele trabalha com a CIA, FBI, NSA, ou alguma outra agência de três letras. Ele perguntou se poderia entrar para conversar. Eu abri a porta para deixá-lo entrar e quando fiz, notei que havia dois homens vestidos de forma semelhante sentado em um carro preto do outro lado da rua.

Em sua pasta havia o arquivo do caso para o John Doe que foi encontrado no trem. Todas as notas sobre o movimento dos olhos e piscadas foram removidas. Não houve menção de qualquer coisa fora do comum, muito menos um cérebro ausente. Esse arquivo já tem a assinatura do Doc e este homem está pedindo para eu assiná-lo também.

Eu tento dizer a ele o arquivo está errado, mas ele levanta a mão para me impedir de falar. - Esta é a forma que isso aconteceu. Agora o assine – disse ele.

Eu pergunto sobre o Doc. Eu quero saber por que eu não tenho notícias dele. Ele diz que o Doc "se foi" A forma como ele disse isso me fez pensar o pior. Eu me recuso a assiná-lo e peço para falar com o diretor do escritório do médico legista. O homem me informa que seria impossível e que eu seria demitido. Mas demitido não é a palavra que ele usou. A palavra que ele usou foi "executado".

Ele saiu quando eu pedir-lhe para ir embora, mas ele me avisa para não mencionar isto a ninguém ou teria consequências graves. Assim que a porta se fechou atrás dele, eu arrumei uma mochila e sai. Vi que um carro preto estava estacionado no final da minha rua, e eu só poderia ser paranoico. Para me certificar de que não estava sendo seguido, eu mudei de direção várias vezes. Quando eu me senti seguro o suficiente, eu entrei em um bairro residencial próximo e encontrou um sinal de Wi-Fi livre.

Acho que algo estranho está acontecendo aqui em Washington, talvez em outros lugares também. Eu não sei o que poderia ser, mas eu sinto que o Doc e eu vimos algo que não era para sabermos, e agora estamos em perigo. Encontrei número de casa do Doc. Quando liguei para ele foi direto para o correio de voz. Tentei deixar uma mensagem para ele, mas a linha ficou muda depois que eu comecei a falar. Se alguém está monitorando meus telefonemas, é possível que meu carro esteja grampeado também, e eles já sabem exatamente onde estou.

Mais uma vez, talvez eu seja apenas paranoico - ou louco. Talvez haja uma explicação completamente lógico para o cadáver espantalho que olha, pisca e sorri. Eu não posso imaginar como algo assim poderia existir ou por que existiria. Estou com medo; muito, muito medo. Eu decidi que a única coisa a fazer seria escrever isso e enviá-lo a todas as pessoas que eu conheço. Espero que esta informação chegue a alguém.


Se você recebeu este email e não receber outro e-mail meu até amanhã, então eu provavelmente estou morto e você saberá que o que eu escrevi é verdade.


O que era para ser aparentemente uma brincadeira ou um ensaio fotográfico acabou virando um pesadelo digno de um filme de terror nas cidades de Wasco e Bakersfield, na Califórnia.

Tudo começou com as aparições de palhaços em espaços públicos de Wasco. Com a cara pintada e segurando balões, eles tiravam fotos de si e publicavam no Instagram e no Facebook. As postagens, que aparentemente fazem parte de um projeto fotográfico de um casal, atraíram milhares de seguidores, apesar de terem assustado alguns moradores.

A moda pegou na cidade vizinha de Bakersfield, mas acabou gerando incidentes. Pessoas vestidas de palhaços portando facas e outras armas foram flagradas por moradores. No episódio mais recente, o Departamento de Polícia da cidade recebeu um telefonema na noite de sábado com a denúncia de que um palhaço carregava uma arma de fogo, mas nada foi encontrado.

— Nós vamos fazer detenções — ameaçou o sargento Joseph Grubbs. — Queremos que isso pare.

O jornal “Bakersfield Californian” informou no início da semana que alguns dos relatos eram brincadeira. Uma das denúncias, no entanto, não era falsa. A polícia prendeu um adolescente na sexta-feira que tinha se vestido de palhaço e estava perseguindo crianças. O jovem, cujo nome não foi divulgado, disse que estava participando de um trote visto na internet.


Uma das crianças que foi perseguida “estava claramente com medo”, disse a polícia em um comunicado.


Gary Ridgway se declarou culpado em 05 de novembro de 2003, pelos assassinatos de 48 mulheres de 1982 a 1998, pondo fim ao maior caso de assassinato não solucionado nos EUA.
Linha do tempo de Gary Ridgway:

15 de julho de 1982: As crianças brincando perto de Kent encontram o corpo estrangulado de Wendy Coffield, 16 anos, de Puyallup, em Green River.

13/15 agosto de 1982: Corpos de quatro mulheres mais jovens encontrados em ou perto de Green River. A polícia suspeita que há um serial killer atacando.

16 de agosto de 1982: A polícia prepara a maior movimentação da força policial, desde os assassinatos de Ted Bundy.

30 abr 1983: A atenção da polícia se volta para para Gary L. Ridgway. Ocorre quando a vítima Marie Malvar desaparece e o namorado segue a pickup dos suspeitos no desaparecimento. A pickup é identificada como propriedade de Ridgway. Ridgway nega qualquer contato com Malvar.

03 de maio de 1983: Carol Christensen desaparece do Pacific Sul Highway.

20 de novembro de 1983: A polícia diz que o mesmo homem matou 11 mulheres encontradas em South King County desde o Verão de 1982.

02 de abril de 1984: mais cinco conjuntos de restos de esqueletos encontrados. Número oficial de vítimas atribuídas ao assassino em série é de 20, mas o número poderia ser tão alto quanto 30.

20 de abril de 1984: mais dois conjuntos de restos encontrados perto da curvatura do Norte, incluindo os de Amina Agisheff, 36 anos, que foi visto pela última vez em Seattle em 1982. Eventualmente listado como primeira vítima do assassino.


A policia recolhendo o corpo de uma das vítimas de Green River:


Maio 1984: contatos Ridgway Task Force Green River, aparentemente para oferecer informações. Dado um polígrafo, ele passa.

9 de dezembro de 1984: Suspeita de pedágio sobe para 42.

06 de fevereiro de 1986: Polícia procura uma casa perto do Aeroporto Internacional de Seattle-Tacoma. O ocupante, descrito como uma “pessoa de interesse”, é questionada pela força-tarefa.

Maio 1986: Autoridades dizem que o homem nada links para o caso.

08 de abril de 1987: Polícia home busca e veículos de um homem que foi visto pela última vez com pelo menos duas das vítimas. A lista de vítimas é estipulado para o número 46. Polícia leva “amostras corporais” do homem, mas não há provas suficientes para prendê-lo. O homem é Ridgway.

Julho de 1991: Green River Força-Tarefa é essencialmente para baixo a um investigador, Tom Jensen. O assassino não foi encontrado apesar de anos de trabalho investigativo, a criação da força-tarefa, as despesas de mais de US $ 15 milhões, o uso de um computador de US $ 200.000, o acúmulo de milhares de suspeitos e do preenchimento de mais de 750 três-anel ligantes com milhões de fatos.

2 de novembro de 1999: Os restos de uma vítima encontrada perto do rio Verde, em Kent, em 1986, são identificados como Tracy Winston, 19, vista pela última vez perto de Northgate em Seattle em 1983. Polícia usa o processo de novo DNA para identificar os restos.
Março de 2001: laboratório criminal do Estado começa a usar o método de DNA para testar novas evidências assassino de Green River.

Foto de todas as vítimas ligadas ao assassino de Green River:


30 de novembro de 2001: King County Sheriff Dave Reichert anuncia prisão de Ridgway, 52 anos, de Auburn, em conexão com os assassinatos de quatro das primeiras vítimas do assassino de Green River. O DNA de Ridgeway está ligado a três deles.

15 de dezembro de 2001: Reichert reúne 11 investigadores para trabalhar em tempo integral na construção de provas contra Ridgway.

18 de dezembro de 2001: Entra Ridgway “não culpado” apelo a quatro acusações de homicídio qualificado na morte de Márcia Chapman, 31; Cynthia Hinds, 17, e Mills Opal, 16 – cujos corpos foram encontrados dentro ou perto de Green River em agosto . 15, 1982 – Carol e Christensen, 21, cujos restos foram encontrados fora Maple Valley em 8 de maio de 1983.

27 março de 2003: Ridgway é acusado de assassinato em primeiro grau agravada no assassinatos de mais três mulheres: Coffield, 16; Debra Bonner, 23, e Debra Estes, 15. Polícia e promotores dizem que a poeira microscópica de tinta nas roupas leva prova que Ridgeway levou três mulheres à morte, uma vez que ele era pintor de Caminhão

3 de abril de 2003: Ridgway se declara inocente em King County Superior Court às três acusações mais recentes de homicídio em primeiro grau agravada.

26 de julho de 2003: Ridgway é movido a partir da cadeia do condado de King, em Seattle para um local desconhecido em meio a relatos de que ele pode querer cooperar com as autoridades em troca de tirarem a pena de morte de consideração

19 de agosto de 2003: Restos de Pammy Avent, de 16 anos, encontrados a leste de Enumclaw, são identificados após relatos que Ridgeway está trocando informação pela sua vida.

24 de agosto de 2003: Mais sete ossos são encontrados por detetives investigando as mortes do serial de Green River. Um investigador do gabinete de King County Medical Ecaminer diz que os ossos parecem ser humanos

27 de setembro de 2003: Os ossos de April Buttram, de 17 anos, são identificados. A força-tarefa de Green River anuncia que os ossos encontrados em 30 de Agosto e 02 de Setembro perto de Snoqualmie combinam com o DNA de Burttram, que desapareceu no fim de Agosto de 1983

02 de outubro de 2003: Investigadores da força-tarefa de Green River identificam os restos encontrados numa ravina fora de Auburn como Malvar, que tinha 18 quando desapareceu em 30 de Abril de 1983

Outubro de 2003: Ridgway fornece detalhes de pelo menos dois assassinatos que não estavam na lista oficial: Patricia Yellow Robe, 38, que foi encontrado morta agosto 6, 1998, e Marta Reeves, 36 anos, que foi morta em 1990.

5 de novembro de 2003: Ridgeway é culpado de 48 acusações de assassinato em primeiro grau agravado, incluindo 42 dos 49 assassinatos atribuídos originalmente ao serial de Green River. Além desses, também são contadas Linda Rule, Roberta Hayes Reeves, Patricia Barczak, Robe Yellow e outra vítima não identificada.

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Lembro da história daquela garota, eu sentia pena dela, tínhamos algo em comum. Depois de um tempo, ela se tornou uma lenda urbana, algo para tentar assustar os adolescentes. A geração mais nova não acredita no que falam a respeito dela, e os mais velhos, evitam o assunto.

O nome da garota era Maria, um nome simples, para uma história complicada. A família dela morava na zona rural da cidade, eram pessoas pobres, humanos malditos, nascidos na sujeira. Maria nasceu com um problema físico, devido ao modo como ela e seu irmão estavam no ventre da mãe. Só ela sobreviveu, os médicos diziam que algumas cirurgias resolveriam o problema, porém, as coisas se tornaram mais difíceis, não havia dinheiro para as operações. O governo não era do tipo que se preocupava com o povo. Dois anos se passaram, e os pais de Maria decidiram parar de correr atrás dos inúteis governantes que comandavam o país.

Tempos depois, ela já estava acostumada com a curva em sua coluna, não conseguia correr, facilmente perdia o equilíbrio, não praticava esportes, nada além de caminhar. Devido aos seus problemas, Maria só foi matriculada aos dezesseis anos no colégio da cidade, e deixou a pequena escola onde estudava perto de casa. Ela estava nervosa, todos estranharam sua chegada. Nunca haviam visto alguém com tal deformidade, sentiam pena, ficavam observando, e dando forças para que ela continuasse a viver sua vida normalmente. Infelizmente, nem todos os estudantes que agiam assim.

Havia um garoto, um marginal, dizia que era normal, e Maria não devia estudar na mesma escola que ele. As provocações começaram na segunda semana de aula. Ninguém o impedia, pois ele era de uma família rica e, caso alguém o contrariasse, não seria convidado para suas festinhas de final de semana. Ele infernizou a garota por meses. Foi o suficiente para acabar com sua paciência. Ela não queria chamar mais atenção na escola, por isso não procurou ajuda, e seu pais, estavam constantemente preocupados tentando sair da miséria. Maria implorou diversas vezes para que não fosse mais incomodada.

A garota pensou muito no que devia fazer, e quais eram suas opções. Decidiu e escolheu a errada. No dia seguinte, ela só tinha uma ideia na cabeça: esfaquear o marginal durante o intervalo entre as aulas, e sair ilesa de tudo isso. O garoto sempre fumava maconha em um banheiro abandonado, ele estava completamente chapado, não viu ela se aproximar, duas facadas seguidas de um grito desnecessário de raiva foram o suficiente. Um funcionário ouviu o grito, Maria já estava no corredor, não pensou duas vezes antes de correr, e perdeu o equilíbrio quando chegou na escadaria. Jason, o garoto esfaqueado, foi levado para o hospital, e sobreviveu. Mas Maria quebrou o pescoço durante a queda.

Dizem que ela ainda não se foi, que ela não descansará enquanto não acabar com todos os praticantes de bullying do mundo. Como todos falam, hoje em dia, essa é só mais uma lenda, mas é claro que algumas pessoas afirmam terem a visto vagando pela escolas, corredores escuros, ou locais públicos. A curva em suas costas é notável.
Meu avô me contou essa história três dias antes de morrer. Ele disse que realmente tudo aconteceu há muito tempo atrás. Sua memória e corpo estavam debilitados, em consequência de seus setenta anos, então não o levei a sério. O que ele quis dizer com isso, foi que alguns malditos nascem para sofrer, e não importa o que façamos, esse é o destino deles.


Mas há algo que ainda me perturba: havia duas cicatrizes em seu peito.
Pets

Eu não sou realmente um grande amante de livros, porque eles realmente nunca me interessaram muito. O que eu realmente amo são os cães, eles são tão bonitos e macios, eles são verdadeiramente os melhores amigos do homem. Bem, minha mãe e meu pai queriam que eu começasse a ler, então eles tentaram encontrar para mim um livro sobre cães. Faz sentido, não é mesmo? O problema, porém, é que não há muitas livrarias na cidade, ou em qualquer lugar por perto e meus pais tem uma espécie de fobia de tecnologia e eu nunca seria capaz de convencê-los a comprar coisas na web sobre isso.

No entanto, como era natural, umas das bibliotecas locais estava fechando. Mas felizmente, eles estavam dando livros de graça! Um livro em especial chamou a atenção dos meus pais, um livro colorido e brilhante que se chamava “Fazer e não Fazer! Cachorros”. Parecia estar em bom estado, apesar de ter sido impresso em 1985. Meus pais o trouxeram para casa e me deram. Eu fiquei um pouco apreensivo no início, mas tinha apenas 100 páginas, por isso resolvi ler. Era realmente muito simples, as primeiras 50 páginas eram os “fazer”, e as últimas 50 páginas eram os “não fazer”.

No primeiro dia cheguei à página 30 e honestamente, foi ótimo! Os parágrafos de texto em cada página eram muito organizados, incluindo um guia passo a passo e algumas dicas úteis, além das ilustrações muito detalhadas com um homem sorrindo demonstrando o que fazer em cada página e foto. Algumas coisas aqui foram muito úteis, como alimentação, jogos, e truques para ensinar aos cães. Eventualmente, eu terminei de ler até a página 49 mas então fiquei cansado e fui dormir. Na manhã seguinte, levantei e peguei o livro. Eu estava desesperado para ler a seção dos “não fazer”, mas ao longo do dia as coisas não paravam de pipocar ​​à minha volta, então eu esperei até que fosse de noite. Deitei na minha cama e abri o livro na página dos “não fazer”.

No entanto, eu desejaria nunca ter feito isso.

As páginas tinham o mesmo homem sorridente e as mesmas ilustrações, mas o que elas estavam representando era verdadeiramente vil. Um deles era um cão que estava sendo puxado de dentro para fora através de seu ânus. Outro mostrava o homem sorridente fodendo com o cachorro, e mais outro era de um homem fervendo o cão com o mesmo sorriso doentio. Senti que ia ficar vomitar vendo aquilo, mas ao mesmo tempo, eu me senti compelido a ler até a última página.

A cada vez que eu virava a página eu observava tudo ficar pior e pior. Em uma delas o homem estava puxando os olhos de um cão para fora e logo depois comia partes dele, ainda sorrindo. Não só isso, também haviam torturas que só o homem mais insano e louco poderia imaginar. Eu fiquei tão aliviado que agora finalmente cheguei na página 99. Eu estava tão feliz porque uma vez que terminar este livro fodido eu me livraria dele para sempre. Eu estava terminando de ler uma insana seção sobre algum tipo de remoção de medula canina quando virei para a página 100, feliz de pensar que depois desta página tudo finalmente estaria acabado, então eu vi que estava na última página.


Um modelo em branco com as palavras “Adicione seus próprios “não fazer”.
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Vocês se lembram daquele jogo “Harvest Moon”, no SNES?

Sempre foi um dos meus favoritos, mas quando eu me mudei da casa dos meus pais para um dormitório estudantil, minha mãe vendeu o jogo em uma venda de garagem sem me avisar. Depois que me formei e consegui uma casa própria, eu decidi tirar a poeira do meu SNES e procurei por uma cópia do jogo. Fui a um camelô que eu já tinha visitado algumas vezes antes. Fui até à barraquinha de vídeo deles, onde fitas de jogos antigos e VHS eram vendidos. Buscando na sessão de jogos, eu encontrei uma cópia de “Harvest Moon” para SNES. O jogo estava em perfeitas condições, eu mal podia acreditar. Geralmente o jogo custava entre 60 ou 70 dólares online, mas na loja custou 15. Comprei e voltei para casa.

Quando cheguei em casa, coloquei o jogo no meu SNES e o liguei. Não funcionou de primeira, apareceu apenas uma tela preta. Isso é normal em consoles velhos, especialmente os que funcionam com cartuchos. Tirei o cartucho, assoprei, e o coloquei de volta. Liguei o console e fui recebido pelo familiar logo “Natsume”. Havia dois save files, um vazio e o outro nomeado “JACK”. Comecei um jogo novo, ignorando “JACK”. Joguei por algumas horas, plantando nos campos, cuidando dos animais, falando com os moradores e vendendo e comprando como sempre se faz no jogo. Depois disso, fui dormir para trabalhar no outro dia. Não joguei por uns dias, até ter um dia livre.

No sábado, eu liguei o SNES para jogar e fui logo para a tela de “load file”, lá estava o meu arquivo e o “JACK”. Curioso, carreguei “JACK” para ver que tipo de jogo o dono anterior estava jogando. Assim que apertei “carregar”, a lâmpada da minha luminária queimou. Não liguei para isso e continuei a jogar. O arquivo carregou, e quando mostrou a casa do fazendeiro, onde você sempre começa, algo estava diferente. Como vocês devem saber, você pode se casar e ter um filho em “Harvest Moon”. A esposa do personagem, Ann, estava parada em frente a um berço vazio, uma das “necessidades” de se ter um filho no jogo. Ela não estava parada do mesmo modo de quando você começa o dia, e pensei que fosse algum tipo de erro. Andei até ela e apertei o botão de “falar”, mas a resposta que recebi foi “…”.

Agora eu tinha certeza de que era um erro, mas tudo mudou assim que eu saí da casa. Do lado de fora, o cachorro, que sempre estava por lá também, havia sumido. A fazenda estava cheia de lixo, e as plantações estavam todas mortas, mesmo sendo primavera. A casa e os prédios da fazenda pareciam em ruínas, quebrados, e o local aonde ficava a fonte de água estava cheia de algo marrom, que parecia ser lama. Eu não tenho certeza, uma vez que o jogo tem gráficos primitivos. Saindo da fazenda para investigar mais, eu fui até a encruzilhada onde o vendedor geralmente fica com seu caminhão. Mas assim que cruzei a estrada, eu vi o caminhão abandonado no meio dela, parecia que não era usado havia anos. Agora eu pensava que era algum tipo de hack, ou um erro que eu nunca tinha visto antes.

Quando cheguei na cidade principal do jogo, eu não estava surpreso em encontrar todos os prédios do mesmo modo que as casas da fazenda — em ruínas e abandonados. Não havia moradores na cidade, mas de repente uma caixa de texto apareceu na parte de baixo da tela com as palavras “VÁ PARA A IGREJA”. Eu sabia exatamente aonde a igreja ficava e fui até lá. Enquanto caminhava, encontrei o padre (ou ministro, shaman, ou seja lá quem ele deve ser) parado do lado de fora. Cheguei perto dele e apertei “A”, ele disse “Jack, por que você demorou tanto? Venha, venha, precisamos começar.” Então o jogo seguiu em uma coisa tipo filme, o fazendeiro seguindo o padre para dentro da igreja. Lá dentro, o que eu vi era simplesmente repugnante. A cruz estava virada de cabeça para baixo, um tanto quanto clichê, creio eu. As paredes estavam pintadas em um tom escuro, preto-acinzentado, e havia velas pretas montadas em forma de pentagrama em volta do bonequinho de bebê que pertence ao berço da fazenda. Os bancos estavam ocupados pelos moradores, que pareciam cansados e com os cabelos cinzas, mas novamente os gráficos me deixaram sem certeza.

“Coactum atrum”, o padre disse, pairando sobre o bebê, continuando: “Voco tu ego”. Então o jogo começou a dar problemas horríveis. Os auto-falantes, que até então não haviam produzido um ruído sequer, apenas os efeitos sonoros, lançaram um som distorcido e a tela ficou preta, mas não por muito tempo. O que eu vi logo em seguida pareciam cenas retiradas de algum mangá. Elas eram pixelizadas, bem mal, claro, mas eu podia ver o que estava acontecendo. A primeira imagem representava o padre segurando uma faca sobre o peito do bebê, os painéis seguintes mostravam-o fazendo o sinal da cruz invertido. Então, como um slideshow, as imagens mudaram, continuando o show. Agora eu sabia que era um hack.

Nas próximas figuras, tentáculos rasgaram o peito do bebê, e se espalharam por toda a igreja e a cidade nas imagens seguintes. Eu estava fascinado que alguém tivera tempo e esforço para colocar tudo isso dentro de um cartucho. Mas o que aconteceu depois me fez mudar de ideia, e me fez tremer. Um retrato pixelizado da minha namorada apareceu, e o slideshow moveu-se rapidamente, como um livro sendo folheado. Mostrava sua barriga crescendo em gravidez. O olhar em seu rosto me encarava, sem expressão. Quase pulei para fora das calças quando ouvi meu celular tocar o mais alto que podia (Pelo menos parecia estar muito alto naquele momento). Levantei e fui até a cozinha atendê-lo. Era minha namorada, ela estava estática, dizendo que estava grávida! Olhei para a TV, mas a tela estava apenas fora do ar.


Nove meses depois, ela deu à luz a um bebê natimorto.

 Uma mulher detida na Pensilvânia, nos EUA, afirmou ter matado mais de 20 pessoas em vários estados americanos, informou neste domingo (16) a reportagem de um jornal local.

Miranda Barbour, de 19 anos, disse ao jornal "The Daily Item" que esfaqueou até a morte sua mais recente vítima, um homem de 42 anos, em novembro passado.

Ela contou que conheceu sua vítima através do site "Craigslist" e que concordou em fazer sexo com ele por US$ 100, mas depois o matou com a ajuda de seu marido. "Eu me lembro de tudo. É como ver um filme", comentou.

Barbour e seu marido, Elytte Barbour, foram acusados pelo assassinato do homem e estão presos em locais diferentes.

A mulher, no entanto, afirma que essa morte é apenas uma de uma série de assassinatos que cometeu ao longo dos anos, do Alasca ao Texas.

Indagada quantos assassinatos teria cometido, ela começou a fazer uma contagem que chegou aos 22, acrescentando que o número pode ser muito maior.

A declaração da mulher levou os investigadores nos Estados Unidos a revisar vários assassinatos não resolvidos à procura de possíveis conexões.

Barbour disse que começou a assassinar aos 13 anos, depois de ter sofrido abusos sexuais quando era criança por parte de um homem que foi membro de uma seita satânica no Alasca.
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