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quinta-feira, 20 de novembro de 2014



Lendas Urbanas que escutávamos quando criança, a história de que um palhaço e sua gangue raptava crianças para a venda de órgãos, e sempre escutei de minhã mãe; nunca aceite doces de estranho, principalmente palhaços...

Na década de 1990 foi quando apareceu a história da Gangue do Palhaço, vindo dos EUA, a notícia de que na década de 60 um palhaço assassinava crianças, o "Palhaço Brasileiro" inspirado na reportagem, começou a assassinar na grande São Paulo, foi a grande notícia que abalou naquela época, suas histórias ficavam cada vez mais do que verídicas, quem nunca ficou com medo quando suas mães diziam que havia Palhaços em uma Combi para capturá-los?! Naquela época, cogitava muito o rapto de crianças para a venda dos órgãos, moda naquela década.

O boato chegou ao ponto que pessoas juravam ter visto reportagem no "AQUI AGORA", e realmente a lenda foi tão forte que o NP chegou a dar algumas capas para a "gangue do Palhaço", uma escola (nome desconhecido), em Mauá chegou a ser "atacada" pelo Palhaço, todos sabiam de alguém que conhecia a vítima, mas ninguém conhecia a própria vítima.
  Isso é típico de uma Lenda Urbana: "todos sabiam de alguém que conhecia a vítima, mas ninguém conhecia a própria vítima."

  Outra coisa normal de uma Lenda Urbana: surgir ou tomar força nos limites do muros das escolas. Talvez essa seja a época em que mais se ouça coisas desse tipo.


Baseado em uma Lenda Urbana japonesa

Kuchisake-onna era uma mulher linda. Esposa de um samurai ciumento, violento e líder da vila onde viviam. Por sua beleza ela era cobiçada por vários homens da vila que apesar de serem submissos ao seu líder não resistiam aos encantos de Kuchisake-onna.

Um dia, seu marido juntou todos os guerreiros da vila e deu-lhes a noticia que partiriam para a guerra e que mesmo sendo vitoriosos iriam ficar muito tempo longe de casa.


Vários meses se passaram desde a partida de seu marido e Kuchisake-onna estava cada vez mais triste e depressiva, pois nem tinha certeza que o marido estava vivo. Até que ela conheceu um jovem samurai que não se juntou ao seu marido por ser jovem e não ter treino suficiente para a guerra, Kuchisake-onna o seduziu e passaram a ter um caso as escondidas.

Passado alguns anos seu marido regressou, mas Kuchisake-onna havia mudado, estava apaixonada pelo jovem samurai e seu marido começou a desconfiar de sua fidelidade e certo dia ele encontrou-os conversando amigavelmente. Com ciúmes ele matou o jovem samurai e cortou a boca de Kuchisake-onna de orelha a orelha.

“Quem vai te achar bonita agora?” – perguntou o marido gritando.


Por causar desonra ao marido e líder ela foi expulsa da vila e condenada a viver dentro da floresta. Uma velha senhora que por pena a levava comida encontrou Kuchisake-onna morta pendurada pelo pescoço em seu casebre.


Dias depois do enterro de Kuchisake-onna seu ex-marido foi encontrado morto com a boca cortada de orelha a orelha bem como sua garganta. O rumor que o fantasma de Kuchisake-onna havia regressado para vingar-se de seu executor e de outros moradores se espalhou pela vila para o terror da população.

Em uma noite de névoa uma moça muito boa e querida pelos moradores da vila chamada Katsumi estava caminhando até a casa de seus tios levando uma mensagem de seus pais quando foi abordada pelo fantasma de Kuchisake-onna. Quando viu a mulher usando uma máscara ela teve certeza que de era Kuchisake-onna e quis correr, mas estava paralisada.

“Você me acha bonita?” – perguntou a fantasma.

“Sim.”

“E agora?” – perguntou novamente enquanto retirava o trapo do rosto.

“Sim.” – respondeu Katsumi lembrando-se da verdadeira face da mulher.

“Então você irá se parecer comigo.”

Kuchisake-onna jogou Katsumi no chão com uma força sobrenatural e cortou sua boca, de orelha a orelha, assim como fizeram com ela, porém Katsumi viveu por dizer Kuchisake-onna ainda era bonita.

O velho Satoshi, porém não teve a mesma sorte. Ele estava voltando da plantação com seu filho quando o fantasma apareceu e fez as mesmas perguntas a Satoshi, porém quando ela retirou a mascara ele gritou:

“Sai de perto de mim demônio.”

O filho de Satoshi assistiu paralisado seu pai sendo atirado no chão e tendo sua boca e garganta cortada pelo fantasma, porém nada foi feito ao rapaz.

Desde então o espírito vingativo de Kuchisake-onna anda pelas ruas do Japão aterrorizando as pessoas e principalmente adolescentes. Se o fantasma aparecer pra você e você responde que ela não é bonita sem mascara ela te matará e se responder que ela é bonita mesmo sem mascara ela irá cortar sua boca e provavelmente te deixar viver.


Existe porém a versão de uma terceira resposta e supostamente a única maneira de escapar do destino certo. É responder com algo inesperado como: “mais ou menos” ou “normal”.


A Bruxa dos Bell ou a Assombração da Bruxa dos Bell é uma lenda do folclore do sul dos Estados Unidos sobre um poltergeist que envolve a família Bell em Adams no Tennessee. A lenda foi retratada nos filmes "An American Haunting" de 2006, e "The Bell Witch Haunting" de 2004. Também é possível que possa ter servido de inspiração para o filme "The Blair Witch Project".

Lenda

Segundo a lenda, a primeira manifestação da assombração aconteceu em 1817, quando John William Bell Jr. encontrou um animal estranho num campo de milho na sua quinta em Robertson County, em Red River, perto de Adams, Tennessee. O animal, que John descreveu como tendo o corpo de um cão e a cabeça de coelho foi morto por ele a tiro. Mais tarde a família Bell afirmou ouvir o som de alguém a bater à porta e ruídos nas paredes exteriores da casa (primeira imagem). Os ruídos acabariam por passar para dentro de casa. Algum tempo depois de os barulhos começarem, Betsy Bell, o membro mais novo da família, disse ter sido atacada por uma força invisível. Com o tempo o poltergeist ficou mais forte, movendo vários objetos pela casa, falando e tendo conversas com a família e convidados. Identificou-se como "Kate Batts", uma vizinha dos Bell que John terá incomodado de alguma forma.

Quando era mais velho, John sofria frequentemente de espasmos faciais que o deixavam sem fala. Morreu no dia 20 de Dezembro de 1820. Perto do seu corpo foi encontrado um pequeno frasco com veneno muito forte que terá ingerido. Quando deram a provar um pouco do liquido que estava no frasco ao gato da família, o animal morreu. A família queimou depois o frasco na lareira.

A versão da lenda contada por Pat Fitzhugh afirma que algumas pessoas acreditavam que o fantasma tinha regressado à casa em 1935, o ano em que tinha dito que o faria ("cem anos e mais sete" depois de 1828) e passou a residir na antiga casa dos Bell. Outros dizem que nesse ano não aconteceu nada fora do normal aos descendentes de Bell nem à comunidade que os rodeava.

Relatos escritos

O primeiro relato escrito encontra-se na página 833 no livro "Goodspeed History of Tennessee", publicado em 1887 pela Goodspeed Publishing.

O relato mais conhecido encontra-se no livro "An Authenticated History of the Bell Witch of Tennessee" de Martin Van Buren Ingram, publicado em 1894. Uma nova edição deste livro (a maior parte das cópias da primeira edição acabaram por desaparecer) teve o nome de "Red Book" e é difícil de obter. Em meados da década de 1960, foi publicada uma réplica fiel do livro de Ingram com uma capa branca e letras douradas foi vendida aos descendentes diretos de John Bell e também é difícil de encontrar hoje em dia. O livro original de Ingram, bem como todas as suas reproduções, tinha como fonte principal o diário de Richard William Bell que listava várias testemunhas dos acontecimentos, incluindo o general Andrew Jackson. Contudo, o futuro presidente dos Estados Unidos nunca fez qualquer referência à chamada Bruxa dos Bell em nenhuma das suas cartas, diários ou cronicas.

Aquele que é conhecido como o "Black Book" foi escrito muito depois e reproduzia grande parte do que o livro de Ingram dizia sobre a Bruxa dos Bell. Foi publicado em 1934 por Charles Bailey Bell, um bisneto de John Bell.

Os livros "Thirteen Tennessee Ghosts" e "Jeffrey" de Kathryn Tucker Windham incluem a história da Bruxa dos Bell.

O "Guidebook for Tennessee", publicado pela Works Project Administration em 1939 também incluiu um relato que difere do de Ingram nas páginas 392 e 393.

Na cultura popular


- O livro "Other Words", publicado com o pseudônimo de Barbara Michaels (Barbara Mertz) em 1999, inclui uma versão detalhada da lenda da Bruxa de Bell.

- "All That Lives", publicado em 2002 é um romance baseado na lenda e o título vem da resposta que a bruxa terá dado à pergunta "o que és?", "sou tudo o que vive".

- "Bell Witch: The Movie" com Betsy Palmer, foi filmado em 2002 no Tennessee e lançado directamente em DVD em Setembro de 2007.

- "The Bell Witch Haunting" é um filme de 2004 produzido pela Willing Hearts Productions. Foi filmado perto do local original dos acontecimentos e o realizador afirmou ter tido dificuldades nas filmagens devido a pequenos acidentes como incêndios e diz que, na sua opinião, a Bruxa dos Bell pode ter sido a responsável.

- No dia 5 de Maio de 2006 estreou mais um filme baseado na lenda chamado "An American Haunting". O filme é de terror e foi escrito e realizado por Courtney Solomon que se baseou em grande parte no romance de Brent Monahan "The Bell Witch: An American Haunting". A explicação que o filme dá para os fenômenos (fenómeno) paranormais vem do romance e afirma que John Bell abusou sexualmente da sua filha e que são as suas memórias distorcidas que a fazem pensar que os ataques foram efetuados por um ser paranormal. Apesar de ter sido baseado num romance e numa lenda, no principio do filme afirma-se que este se baseia em factos reais.

- Em Outubro de 2003, o Nashville Ballet em colaboração com a Nashville Chamber Orchestra estrearam "The Blair Witch", um ballet de um ato com banda sonora de Conni Ellisor, coreografado por Ann Marie DeAngelo e com efeitos 3D feitos pelo artista Gerald Marks.


- Em 1994 a banda Mercyful Fate lançou uma EP chamada "Blair Witch", na qual a faixa "In the Shadows" se baseia na lenda.

domingo, 2 de novembro de 2014



Um casal com três filhos tinham acabado de chegar de Pernambuco para São Paulo.Eles não tinham onde ficar e andaram o dia todo, ao anoitecer esse casal passou em frente a uma casa  velha e abandonada, o marido DIONÍSIO falou para mulher: vamos passar a noite aqui até o amanhecer? Então a mulher respondeu: sim, as crianças precisam dormir. O casal entrou nessa casa, e se acomodaram em um dos cômodos, as crianças que já estavam muito cansadas dormiram logo e DIONÍSIO e sua mulher ficam conversando como iriam se arrumar em São Paulo, pois durante o dia iam ter que andar muito atrás de trabalho.No momento que eles estavam conversando, eles escutaram uns passos pela casa e achavam que tinha mais pessoas na casa e saíram a procurar quem estava andando pela casa.Então quando abriram a porta que dava pra cozinha eles viram uma mulher que estava de costas, de cabelos compridos preto e DIONÍSIO PERGUNTOU: A SENHORA ESTA PRECISANDO DE ALGUMA COISA? QUANDO A MULHER VIROU DE FRENTE, DIONÍSIO VIU A FACE DA MULHER DEFORMADA E COM DOIS BURACOS NO LUGAR DOS OLHOS.ESSE CASAL CORREU PARA O COMODO QUE ESTAVAM AS CRIANÇAS E TRANCARAM A PORTA.Ficaram calados e passaram a ouvir barulhos como se alguém estivesse arrastando moveis e batendo portas. As crianças acordaram no meio da noite chorando e diziam que estavam vendo uma mulher feia, Dionísio e sua esposa logo imaginaram que era a mesma que eles tinham visto na cozinha, mesmo com todo aquele tormento eles esperaram amanhecer o dia.Na manhã seguinte eles arrumaram as coisas e saíram da casa. Só depois de alguns dias eles ficaram sabendo que naquela casa morava um casal e o marido assassinou a mulher e depois fugiu, a policia encontrou o corpo da mulher caído na cozinha com varias facadas.E aquela casa ficou fechada por muito tempo. DIONISIO E SUA ESPOSA ficaram num abrigo com os filhos até que encontraram um lugar pra morar.

domingo, 12 de outubro de 2014

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Os habitantes das ilhas Samoa acreditam que, quando a morte se aproxima, pancadas secas paranormais são ouvidas na casa da vítima.

Esse estranho fenômeno já foi chamado de ruídos da morte, e sua existência representa mais do que mero folclore.

Genevieve B. Miller, por exemplo, sempre ouviu esses estranhos ruídos, principalmente na infância. As pancadas ocorreram durante o verão de 1924 em Woronoco, Massachusetts, quando sua irmã, Stephanie, ficou acamada com uma doença misteriosa.

Enquanto a menina permanecia na cama, ruídos estranhos, semelhantes a batidas feitas com os dedos, ecoavam pela casa. Eles soavam de três em três, sendo que o primeiro era mais longo do que os outro dois.

Certa vez, o pai de sra. Miller ficou tão irritado com os ruídos que arrancou todas as cortinas das janelas da casa, culpando-as por aquele barulho infernal. Contudo, essa demonstração de nervosismo de pouco adiantou para terminar com aquele sofrimento.

No dia 4 de outubro, já se sabia que Stephanie estava morrendo. Quando o médico chegou, ele também ouviu as pancadas estranhas.

- O que é isso? – perguntou, voltando-se para tentar descobrir a fonte do barulho.

Quando se virou novamente para a pequena paciente, ela pronunciou suas últimas palavras e morreu. As pancadas diminuíram a atividade após a morte de Stephanie, porém nunca chegaram a parar de todo. Elas voltaram, ocasionalmente, quando a família se mudou para uma casa nova.


Então, em 1928, o irmão de Stephanie morreu afogado quando a superfíc ie congelada de um rio, sobre a qual caminhava, quebrou-se. A partir dessa época, os ruídos da morte nunca mais foram ouvidos.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

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A lenda de Bloody Mary também é conhecida por lenda da Mary Worth ou Marymary-worth-and-bloody-mary Whales. No Brasil históriа foi traduzida para a Lenda da Maria Sangrenta ou então da Bruxa do Espelho, Maria Degolada ou até mesmo Loira do banheiro, porém a o ritual para invocá-la permanece o mesmo: a lenda nos diz que há uma maldição para aqueles que pronunciarem o nome Bloody Mary três vezes na frente do espelho, depois de feito isso aparecerá uma mulher horripilante que irá matá-lo, desfigurar seu rosto ou arrancar seus olhos. Uma das versões para a origem da Lenda de Bloody Mary conta que a mulher viveu no tempo da inquisição quando as bruxas eram perseguidas para serem queimadas vivas, e desta forma ocorreu sua morte. Dizem que ela amaldiçoou a todos que repetissem seu nome. Outra lenda, mais contada aqui no Brasil, diz que Mary era uma mulher muito bonita e que devido a um acidente de carro ficou com o rosto todo desfigurado. As suas cicatrizes ficaram tão feias que a mulher era objeto constante de zombarias e humilhações, por isso ela fez um pacto com o demo para se vingar de todas as pessoas que ousassem a chamar pelo seu nome. A origem da lenda de Bloody Mary é frequentemente confundida com Maria I da Inglaterra e Elizabeth Bathory, que é considerada uma versão feminina da lenda de Vlad , o empalador (aquele mesmo que inspirou o personagem Conde Drácula). Em 1978, o escritor Janet Langlois publicou um livro intitulado “Mary Whales: Eu acredito em você”, neste ensaio o escritor tentou explicar a lenda urbana que naquela época já era conhecida. O livro era baseado em versões de pessoas que teriam testemunhado a aparição de Mary. Em outra versão desta lenda urbana, contam que uma criança disse o nome de Mary 47 vezes na frente do espelho até que uma mulher saiu de lá com uma faca na mão e uma verruga enorme no nariz. Simon J. Bronner publicou um livro em 1988 intitulado “Rituais Mary Worth”, onde ele conta uma versão diferente da origem de Mary que aparentemente seria uma mulher assassinada em uma floresta atrás de uma escola, segundo este livro , para chamar Mary é necessário furar um dos dedos com um alfinete e depois , de olhos fechados, deve se pronunciar por 10 vezes a frase “eu acredito em Bloody Mary”, e quando os olhos forem abertos poderá ser visto uma menina no espelho com cabelos longos, pele pálida e um corte em seu rosto. A explicação para ter que chamar Bloody Mary na frente de um espelho deve –se ao fato de que no mundo espiritual, acredita-se que os espelhos são uma espécie de portal entre o mundo dos espíritos e o nosso.
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Esta lenda urbana foi propagada em Berlin, logo após a segunda guerra mundial. Não se sabe se é verdade ou apenas uma lenda criada pelos moradores, porém a ideia que isso poderia mesmo acontecer é meio macabra.

Nesta época o dinheiro era curto, a população passava fome, o desemprego era grande e os suprimentos eram escassos. Parecia até que todos estavam morrendo de fome.

Foi nesse cenário que as pessoas narraram esta história. Dizem que uma jovem, compadecida por ver um senhor cego andando no meio da multidão, decidiu ajudá-lo.

Oferecendo seu ombro ao senhor a jovem começou a caminhar e conversar até que ele perguntou se ela poderia lhe fazer um favor:

- Você poderia entregar esta carta no endereço no envelope?

Como o lugar era caminho de sua casa a jovem disse que poderia realizar a entrega. Então ela o deixou em frente a uma loja e começou a andar em direção a rua que constava no envelope, porém ao olhar melhor o endereço escrito, viu que não conseguia identificar um número de forma correta , não sabia se o caractere era um 4 ou um 9, então se virou para o local onde o senhor havia ficado.

Foi nesse instante que ela viu o homem, caminhando rapidamente em meio a multidão, sem o óculos escuro que usava anteriormente. Parecia até que estava em fuga e enxergando muito bem.

Desconfiada a jovem, ao invés de ir até o endereço escrito no envelope, decidiu ir até a policia. As autoridades já suspeitavam que algo estranho estava ocorrendo devido o grande número de pessoas desaparecidas naquela região.

Então se dirigiram ao endereço descrito no envelope com vários carros. Lá fizeram uma descoberta aterradora: alguns açougueiros manuseavam carne humana, fazendo cortes para vender as pessoas pobres por um preço mais acessível. A população fazia fila no açougue para comer os bifes que tinham um gosto diferente, porém eram mais baratos que a carne de outros estabelecimentos.

Mais tarde a jovem ficou aterrorizada ao saber o que estava escrito na carta dentro do envelope:

- Esta é a última encomenda de hoje, aproveitem bem…

Por pouco a jovem não virou vitima dos açougueiros que vendiam carne humana…


Lenda urbana ou realidade?
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Em outubro de 1994, três estudantes, foram fazer um documentário na floresta de Burkittsville, no estado de Maryland.

Após entrevistarem os moradores do local, Anna, Michael e Nicolas encontram e ouvem coisas estranhas na floresta, como gritos, pilhas de pedras e galhos amarrados em árvores.

Eles perdem o mapa e alguns dias depois, Nicolas desaparece. Percebendo que a chance era muito pequena de voltarem para casa, na última noite, Anna deixa uma mensagem aos pais, dizendo que os ama e pede desculpa aos pais de Nicolas e Michael, e que não quer que seu legado se perca. Anna e Michael ouvem a voz de Nicolas chamando-os. Os dois correm pela floresta até chegarem a uma velha casa abandonada, onde Anna sobe as escadas com sua câmera e depois desce até o porão. Ela grita histéricamente e a câmera cai no chão, ao fundo do porão, pode-se ver Michael de costas, que é uma pista para o mistério. Uma das pessoas entrevistadas diz que a bruxa deixa as crianças no canto, de castigo, enquanto mata a outra. No caso de Michael, ele fica hipinotizado, esperando a vez de sua morte, enquanto a bruxa mata Anna, que está com a câmera.

Até que chega um velho eremita e os salvam daquele pesadelo. Ele ajuda-os, dando um mapa e uma búsola, para que eles voltem para casa.

Então Anna e Michael voltam para casa, mas coisas estranhas começam a acontecer. Símbolos aparecem pelo corpo, escutam choros de crianças à noite, visões arrepiantes confundem os olhos… Então percebem que talvez não tenham deixado a floresta sozinhos.

Mesmo depois de todos os pesadelos que eles passaram naquela floresta, decidem voltar até lá, para ver se algo pode ser resolvido.

Quando chegam na floresta, vão direto para aquela casa, onde quase morreram, mas estão arriscando suas vidas novamente.

Eles entram na casa e encontram o eremita pendurado com uma corda no pescoço e amarrado no teto da cabana (casa), morto.

Começam a ouvir vozes, de todas as pessoas que já tinham sido mortas naquele lugar. Alguns diziam que foram enforcados, outros com um galho de árvore no coração, outros hipinotizados para se matarem, etc.

Anna estava ficando muito assustada, então começou a gritar histericamente, até que se ouviu um grito junto com o dela, então ela parou, mas o outro grito continuou, e não parecia longe, então Anna e Michael foram correndo até lá, encontraram uma mulher enpreensada entre uma árvore e outra.

Quando chegaram lá, a mulher parou de gritar, então perguntaram o nome da mulher, ela disse que ela era uma xerife e o nome dela era Lucy Feel, dizia que não sabia como foi parar ali, mas que ficou desesperada quando descobriu.

De repente, Michael sente uma dor muito forte em suasa costas, e cai morto no chão, com um galho enfiado em suas costas, logo depois, Lucy olha com cara de assustada para Anna, parecia que ela havia vindo alguém atrás de Anna para matá-la, Anna começa a perguntar, o que estava havendo, mas Lucy não diz, porque estava hipinotizada pela bruxa, que era quem estava ali atrás de Anna.

Anna tenta virar, mas não consegue, ela estava totalmente paralisada, não coseguia de mexer. Até que a bruxa chega perto dela sem nenhuma arma, então ela enfia a mão direto no peito de Anna e arranca seu coração.

Lucy fica desesperada, porque percebe que cada vez mais, vai ficando mais apertado, então percebeu que seria morta esmagada, ali. A cada munito, ia ficando mais e mais apertado, até que Lucy não aguentava mais, e morreu.


E o Nicolas? Nicolas foi hipinotizado pela bruxa, para ajudar na morte de seus amigos. Depois de sua ajuda, ele foi morto como todos os outros, e até os dias de hoje, quem vai até aquela floresta, não sai vivo de lá.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014



Em 1912, um nobre viajante chamado Voynich começou a rodar o mundo em busca de livros raros. Em uma de suas viagens visitou uma livraria de uma escola jesuíta localizada em Roma onde encontrou um livro diferente de tudo o que já foi visto antes pois, sua escrita era distinta e incompreensível.

Sem sucessos, Voynich passou toda sua vida tentando decifrar o conteúdo do livro e é justamente por isso que o livro ficou conhecido como "Manuscrito Voynich."
O livro é formado por mais de duzentas páginas e contém diversas ilustrações de plantas e ervas desconhecidas e além disso, apresenta conteúdo de referências ao ocultismo exotérico causando assim, a impressão de que não estamos falando de um simples livro focado em plantas medicinais ou de práticas alquimistas.
O misterioso livro já passou por todos os tipos de estudos e testes. Todos buscam compreender o que está escrito no mas, especialistas em decifrar códigos de todo o mundo foram incapazes de conhecer seu conteúdo, nem mesmo os sistemas de computadores mais modernos puderam traduzir os textos.


Novos rumores surgiram e agora existem pessoas que acreditam que o livro não pode ser lido porque a linguagem utilizada não pertence à esse mundo e não estou falando de extraterrestres ou coisa do tipo e sim de demônios.
Mas por que um demônio escreveria um livro?
Não é novidade de que o Bhoemians Groove na Califórnia é a sede principal dos illuminatis e que eles foram flagrados praticando rituais macabros, só que o muitos desconhecem é que os illuminatis possuem um antigo acordo com as criaturas das trevas e que juntos pretendem um dia dominarem a terra.
De tempos em tempos os illuminatis recebem instruções ritualísticas de como tudo deverá ser feito e preparado para o domínio completo da humanidade.
Há quem acredite que os demônios lhes fornecem todo o suporte necessário para a construção do que chamam de nova ordem mundial ou nova babilônia.
Mas se o manuscrito de Voynich é um manual de magias em "demonhês," o que estaria escrito?
Você nunca saberá! Apenas um profeta Illuminati é capaz de ler o idioma nativo dos demônios e à cada 333 anos um novo profeta surge em meio a seita mas, existe uma forte suposição de que:

O manuscrito de Voynich contém os ensinamentos de um ritual macabro que vai desde sacrifícios de mulheres virgens nascida em uma data específica até a utilização de ervas desconhecidas para o preparo de abertura de um portal de águas de grande poder. Tudo isso feito corretamente e seguido de instruções de alinhamentos de planetas e estrelas poderá proporcionar aos Illuminatis aquilo que o homem mais almeja, a vida eterna. Sim! Eu falo de um ritual capaz de trazer de volta a fonte da juventude. Há também rumores que dizem que esse não é o único livro existente, muitos acreditam que os illuminatis tem posse de outros livros desse mesmo autor que a humanidade desconhece e dentre esses livros estaria um que contém um poderoso ritual capaz de proporcionar aos illuminatis o controle total sobre algumas criaturas míticas e poderosas e se você acha que isso é tudo exagero então, saiba que:

Em 1956 um jornal local chamado BNNY, em New York, publicou a notícia de que um homem foi preso em quanto estava em um aeroporto da cidade e o motivo? Ele carregava em sua bagagem uma ossada humana sem nenhuma autorização. Após ser detido ele disse; "Vocês ficariam surpresos se soubessem para quem trabalho, em poucos minutos serei liberto..." - O que de fato aconteceu, o homem foi solto e todos os registro desse ocorrido foram apagados da história.
O misterioso viajante também tinha em sua bagagem uma xilogravura bem estranha, veja:



Essa imagem está em baixa qualidade, foi o que sobrou da matéria do jornal BNNY e nela é possível ver o desenho de uma criatura com características de escorpião. No topo há escritas equivalentes ao mesmo tipo de escrita do manuscrito de Voynich, abaixo há uma anotação em hebraico com o significado Abbadon.
Essa foi a última publicação feita pelo o tal jornal pois, ele foi fechado por ordem de pessoas poderosas e que tudo o que pertencia ao jornal deixou de existir em um piscar de olhos.

Pergunto:
Você acha que gafanhotos são criaturas pavorosas? Imagine então, gafanhotos Imensos, vestindo-se de armaduras, com rostos semelhante ao de homens, cabelos longos, dentes de leão e cauda de escorpião... É justamente nesse ponto que quero chegar, a imagem da xilogravura não é a de um escorpião e sim a de um gafanhoto mítico citado em textos bíblicos, estou falando dos lendários gafanhotos de Abbadon.
Em uma observação resumida, podemos dizer que Abaddon é um demônio onde a história conta que este possui o controle sobre criaturas semelhantes à que acabo de descrever e que essas surgirão do abismo para atormentar os homens quando o juízo final estiver próximo.

Agora imagine um mundo onde alguns poucos possuem vida eterna e que o resto da raça humana estará condenada à escravidão, imagine o que acontecerá com aqueles que tiverem coragem para se rebelarem... A humanidade será dizimada por um exército de criaturas abomináveis.
Verdade ou mito? O conteúdo misterioso de Voynich coincide com o recorte de jornal e a única coisa certa disso tudo é que: Os Illuminatis realmente existem, só resta saber onde tudo isso vai chegar, onde há verdade ou fantasia e até que a verdade chegue, me diga:

Você acredita ou duvida que gafanhotos do além possam surgir do abismo? O manuscrito de Voynich é um livro escrito por demônios que por descuido, foi desviado da livraria illuminati? Ou tudo isso não passa de lendas?







Criaturas favoritas do Natal na Islândia são conhecidas como a família Yule . Eles podem soar como uma congregação de elfos feliz, mas não se deixe enganar pelo nome sentimental: A família na verdade consiste de uma horda de trolls e seu monstro de estimação, Yule Cat , um felino demoníaco gigante que persegue a terra depois que os presentes são trocados e come todo mundo que não está vestindo roupas novas.


A família Yule consiste na ogra mítico Grýla e seus 13 filhos, os rapazes Yule. Grýla é uma antiga criatura, astúcia que gosta particularmente de caça e comer crianças. Este é sua diversão!


Seus filhos são ligeiramente menos perigosos, mas igualmente perversos. De vez em quando eles saem dos presentes em forma de Papai Noel, mas cujo objetivo real na vida é destruir  o Natal. Cada filho é especializado em um determinado ato de terrorismo mesquinho, que vai desde: Assustar as pessoas todos os dias (batendo portas à noite, roubando salsichas) até um comportamento irritante como comer velas, lamber talheres das pessoas, e assediar animais. Um deles transporta um gancho e um pedaço de carne.




Também conhecido como, Cramulhão, Capeta da Garrafa, entre outros nomes, este ser é fruto de um pacto que as pessoas afirmam que se pode fazer com o diabo. Este pacto consiste, na maioria das vezes, de uma troca: a pessoa pede riqueza e em troca dá a alma ao diabo.

Feito o pacto, a pessoa tem que conseguir um ovo, do qual nascerá um diabinho de 15 a 20cm aproximadamente. Más não se trata de um simples ovo de galinha, e sim um ovo especial, fecundado pelo próprio diabo.

Segundo muitos, o Diabinho da Garrafa tem as seguintes características:

1. Nasce de um ovo. Em algumas Regiões do Brasil, acredita-se que ele pode nascer de uma galinha fecundada pelo diabo; noutras Regiões, acreditam que ele nasce de um ovo colocado não por galinha, mas sim por um galo. Este ovo seria do tamanho de um ovo de codorna.

2. Para conseguir tal ovo, a pessoa deve procura-lo durante o período da Quaresma ; e na primeira sexta-feira após conseguir o ovo, a pessoa vai até uma encruzilhada, à meia-noite, com o ovo debaixo do braço esquerdo. Após passar o horário, retorna para casa e deita-se na cama. No fim de 40 dias, aproximadamente, o ovo é chocado e nascerá o diabinho.


3. Com o diabinho, a pessoa coloca-o logo na garrafa e fecha bem fechado. Com o passar dos anos, o diabinho enriquece o seu dono, e no final da vida leva a pessoa para o inferno.


O Bunnyman é uma lenda urbana que provavelmente se originou a partir de dois incidentes em Fairfax County, Virginia, em 1970, mas se espalhou por toda a área de Washington DC. Existem muitas variações para a lenda, mas a maioria envolve um homem vestindo uma fantasia de coelho ("roupa de coelho") que ataca as pessoas com um machado. Muitas variações ocorrem em torno do Viaduto Colchester, uma linha ferroviária do sul abrangendo a Rodovia Colchester, perto de Clifton. O Viaduto Colchester é geralmente referido como "Ponte do Homem Coelho".


Variações da história incluem a origem do Bunnyman, os nomes, os motivos, as armas, as vítimas, a descrição da fantasia de coelho ou a falta dela, e a possível morte do Homem Coelho. Em alguns relatos o fantasma do homem Coelho ou o espectro envelhecido é dito sair do seu local de morte, todo ano no Halloween, para comemorar a sua morte. Em alguns relatos, os corpos das vítimas são mutilados.

Brian Conley A., Historiador-Arquivista da Fairfax County Public Library, realizou uma extensa pesquisa sobre a lenda do Bunnyman. Ele localizou dois incidentes de um homem em um traje do coelho ameaçando pessoas com um machado. Os relatórios de vandalismo ocorreram com uma semana de intervalo, em 1970, em Burke, Virginia.

O primeiro incidente foi relatado na noite de 19 de Outubro de 1970 pela Força Aérea dos EUA Academia, Cadete Bob Bennett e sua noiva que estavam visitando parentes na Estrada Guiné em Burke. Por volta de meia-noite, quando retornavam de um jogo de futebol, eles estacionaram o carro em um campo na Estrada Guiné para conversar. Como eles se sentaram no banco da frente com o carro correndo, eles notaram algo se movendo fora da janela traseira. Momentos depois, a janela do passageiro da frente foi destruída e havia uma figura vestida de branco em pé perto da janela quebrada. Bennett virou o carro enquanto o homem gritava com eles sobre invasão de propriedade, incluindo "Você esta em uma propriedade privada e eu tenho o seu número da placa." Enquanto dirigia pela estrada, eles descobriram um machado no chão do carro.

Quando a polícia pediu uma descrição do homem, Bob insistiu que ele estava vestindo uma roupa branca com orelhas de coelho longas, mas sua noiva se lembrou de algo branco e pontudo como um capuz Ku Klux Klan. Ambos lembravam de ter visto seu rosto claramente, mas na escuridão não podiam determinar sua raça. A polícia devolveu a machadinha para Bennett depois de exame. Bennett foi obrigado a relatar o incidente em seu retorno para a Academia da Força Aérea. Mais tarde, foi confirmado no registro da Polícia de Fairfax que o homem estava vestindo uma roupa de coelho com orelhas, não vestes da Ku Klux Klan.

O segundo avistamento relatado ocorreu na noite de 29 de outubro de 1970, quando o guarda de segurança de construção Paul Phillips abordou um homem de pé na varanda de uma casa inacabada em Kings Park West na Estrada Guiné. Phillips disse que o homem estava vestindo uma roupa de coelho cinza, preto e branco e tinha cerca de 20 anos de idade, 1,73 m de altura, e pesava cerca de 79 kg. O homem começou a cortar uma coluna da varanda com um machado de cabo longo, dizendo que "Todos vocês invadiram aqui. Se vocês não sairem daqui, vou rebentar-lhe na cabeça. "

A Polícia Fairfax County abriu investigações sobre os dois incidentes, mas ambos acabaram sendo fechados por falta de provas. Nas semanas seguintes aos incidentes, mais de 50 pessoas em contato com a polícia afirmando ter visto o "homem coelho." Vários jornais noticiaram o incidente do "Bunnyman" comer o gato de um homem, incluindo os seguintes artigos no The Washington Post:

"Homem na Roupa de Coelho, Procurado em Fairfax" (22 de Outubro de 1970)

"O 'Coelho' reaparece" (31 de outubro de 1970)

"Homem Coelho avistado" (4 de novembro de 1970)

"Relatórios do Coelho estão se multiplicando" (6 de Novembro de 1970)



Em 1973, a estudante Patricia Johnson de Universidade de Maryland apresentou um trabalho de pesquisa que narra precisamente 54 variações sobre esses dois eventos.

A lenda tem circulado por anos em várias formas. Uma versão nomeia um suspeito e um local específico foi postado em um site da web no final de 1990 por um "Timothy C. Forbes". Esta versão afirma que em 1904, um asilo prisional em Clifton, Virginia foi fechado por uma bem sucedida petição da crescente população de moradores de Fairfax County. Durante a transferência dos presos para uma nova instalação, o transporte quebra; alguns prisioneiros escaparam ou foram encontrados mortos. A equipe de busca encontra todos, exceto um. Durante este tempo, os moradores, supostamente, começaram a encontrar centenas de carcaças, carcomidas de coelhos penduradas em árvores nas áreas ao redor.
Outra busca na área foi encomendada e a polícia localizou os restos de Marcus Wallster, deixada de forma semelhante às carcaças de coelho, penduradas em uma árvore próxima ou debaixa de uma ponte localmente conhecida como a "Ponte do Homem Coelho" ao longo da linhas ferroviárias na Estrada Colchester. Funcionários citaram o último preso desaparecido, Douglas J. Grifon, como suspeito e chamaram-no de "o homem coelho".
 Nesta versão, as autoridades finalmente conseguiram localizar Grifon, mas, durante a sua tentativa de prendê-lo no viaduto, ele quase escapa antes de ser atingido por um trem, onde o transporte de prisioneiros quebrou. Dizem que depois que o trem passou a polícia ouviu um riso vindo do local. Eventualmente foi revelado que Grifon foi internado pela morte de sua família e as crianças no domingo de Páscoa. Durante anos após a morte do "Homem Coelho", quando se aproxima da época do Halloween, carcaças de coelho são encontradas penduradas no viaduto e áreas ao redor. Uma figura é reportada sendo vista pelos transeuntes fazendo seu caminho através do túnel debaixo da ponte. Conley diz que esta versão é comprovadamente falsa.
Entre outras inconsistências, Conley observa que "nunca houve um asilo para loucos em Fairfax County", que "A Prisão Lorton não veio à existência até 1910, e até então era um braço do Distrito de sistema de correções Columbia , não da Virginia. "Registros Tribunais também mostraram a inexistência de um Grifon ou Wallster. O cryptozoologista Loren Coleman, através de seu blog Cryptomundo e no livro Estranha Virginia, que tem uma seção sobre o homem Coelho, vê uma relação direta entre a lenda do coelho homem e a do Goatman da cidade vizinha Maryland.

Por causa de sua associação com a lenda, o Viadulto Colchester é um destino popular para os entusiastas paranormais e curiosos. O Viadulto Colchester foi construído por volta de 1906 perto do local da Estação de Sangster, uma estação de trem da era da Guerra Civil que era uma vez a Ferrovia Laranja e Alexandria. O interesse aumenta por volta da época de Halloween e começou no ano de 2003. As autoridades locais começaram a controlar o acesso à área durante esse tempo. Durante o Halloween de 2011 mais de 200 pessoas, algumas de lugares tão distantes como o estado de Pensilvânia / Maryland.


quinta-feira, 2 de outubro de 2014



Há muitas lendas sobre santos sem cabeça e abaixo há algumas interessantes:

Santo Antônio Sem Cabeça da Caridade:

Na cidade de Caridade, no Ceará, no início da década de noventa, um político mandou construir uma estátua de Santo Antônio num morro da vizinhança. Mas reza a lenda que uma bruxa solteirona, da cidade, disse em frente ao local, de onde a imagem estava sendo construída, as seguintes palavras:

- Como Santo Antônio nunca me deu um marido, rogo uma praga nesta estátua:
- Ela nunca terá a cabeça!

Passados mais de vinte anos, o corpo da estátua feito de cimento continua fincado num morro e pode ser visto de longe por quem passa pela BR-020, que dá acesso à cidade, mas a cabeça continua no mesmo lugar onde foi confeccionada: uma casa de um conjunto habitacional.
Uma senhora comprou a casa junto com a cabeça, mas construiu um muro separando a cabeça da residência. Reza a lenda que já que a cabeça é oca, pessoas deixam objetos de feitiçaria dentro dela e que até mendigos já moraram dentro do objeto.
Hoje, a estátua do Santo Antônio Sem Cabeça da Caridade é um ponto turístico da cidade.

A Imagem de Santo Antônio de Laura:

Laura era uma jovem bonita, mas por ser muito tímida, não conseguia namorados. Uma vez, uma vizinha aconselhou esta jovem a comprar uma imagem de Santo Antônio, colocar dentro de suas roupas íntimas no armário e rezar para ele uma semana depois. Laura fez isto, mas quando foi pegar a imagem de volta viu que o Santo Antônio estava sem a cabeça.
Então ela gritou:
- Não pode ser!
- Agora estou com raiva e jogarei a imagem fora!
Dora, sua empregada, abriu a porta do quarto e viu a cena. Assim a serviçal explicou:
- Por favor, não jogue a estátua quebrada fora. Pois reza a lenda que quando a imagem de um santo perde a cabeça é sinal de que o pedido de sua dona se realizará em menos de um ano.

Laura guardou o santo e em menos de oito meses arrumou namorado e casou.

Um certo dia, ela viu sua sobrinha triste porque não conseguia um pretendente. Então, Laura deu o santo sem cabeça para a garota, que casou um ano depois.
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